quarta-feira, 4 de agosto de 2010

SIPO - Semana Internacional de Piano de Óbidos

O já famoso master class de Piano em Óbidos realizado anualmente, está a decorrer na magnifica vila medieval. Juntamente com o master class decorre também o festival de música, onde os professores convidados tocam em recital. Dos professores convidados já tocaram Paul Badura Skoda, Manuela Gouveia e Márcio Carneiro (Violoncelo), Vitaly Margulis, Luiz de Moura e Castro, para além de uma palestra com Vasco Graça Moura intitulada "A poesia da música e a música da poesia: uma experiência pessoal". No entanto há ainda a possibilidade de assistir aos seguintes concertos:

4 de Agosto
Quarteto de Matosinhos
J. Haydn, D. Shostakovich, F. Mendelssohn

5 de Agosto
Concerto dos participantes das master class

6 de Agosto
Concerto dos participantes das master class

7 de Agosto
Adriano Jordão (piano, solo)
C. Seixas, Scarlatti, J. Haydn, L. v. Beethoven, R. Schumann, C. Debussy, A. J. Fernandes
Artista convidado: José Oliveira Lopes (barítono)

(Os concertos decorrerão no auditório da Casa da Música de Óbidos com inicio ás 21:00 horas)

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Maurice Ravel: Piano Concertos; Miroirs

Este é o novo disco lançado pela editora Deutsche Grammophon (DG) exclusivamente com obras de Ravel, interpretadas pelo pianista Pierre-Laurent Aimard: Os concertos para piano, em Sol e para a mão esquerda; e a obra para piano solo Miroirs.

O maestro e também compositor Pierre Boulez dirige a orquestra de Cleveland na interpretação dos dois concerto de piano. Relativamente a Pierre-Laurent Aimard pianista formado com a esposa de Olivier Messiaen, Yvonne Loriod, tornou-se ao longo do tempo um especialista na interpretação do compositor francês. Na sua carreira tem tocado inúmeras vezes tanto a solo, como com os mais prestigiados maestros da actualidade.

"If Thursday's concert is any indication, the Deutsche Grammophon CD to be distilled from this weekend's performances might also turn out to be a classic. Aimard's articulate, intelligent playing -- full of beguiling colors and thoughtfully rendered detail -- is perfectly suited to Ravel's sound world . . . . Aimard also seems to take a particular pleasure in Ravel's distinctive timbres, making much of grumbling low notes in the same work's opening cadenza and in the G-major concerto's first movement . . . experienced live, Boulez and Aimard's Ravel is altogether magical . . . [Messiaen]: in the remaining three "meditations" Boulez offered a surprisingly warm treatment of Messiaen's composition that looked back to its roots in the work of Dukas and Debussy . . . What was it Debussy once said about music being a "mysterious mathematical process"? If that's so, you can feel pretty darn confident with Boulez as your accountant."